A terapia celular é uma das áreas mais avançadas da medicina contemporânea. Ela envolve processos complexos: cadastro do doador ou receptor, coleta de células, manipulação, armazenamento e infusão nos pacientes.
Centros especializados, hospitais e laboratórios altamente regulados realizam esses procedimentos. Por isso, cada etapa precisa seguir protocolos rigorosos para garantir segurança, qualidade e conformidade regulatória.
Nesse contexto, a rastreabilidade se torna um dos pilares fundamentais da operação. Ela garante que a equipe identifique e acompanhe cada material celular ao longo de todo o processo, desde a origem até a utilização final.
Na prática, isso significa que qualquer falha de registro ou inconsistência compromete a integridade do processo. Além disso, ela pode gerar riscos operacionais relevantes.
Com o avanço das terapias avançadas, como o transplante de medula óssea e a terapia CAR-T, entre outras, a complexidade operacional aumentou significativamente. Consequentemente, essas terapias exigem maior controle, organização e integração entre as etapas.
Ainda assim, muitas instituições operam com registros manuais. Elas também usam plataformas desconectadas entre si e adotam pouca padronização entre as etapas do processo.
Por isso, a rastreabilidade deixou de ser apenas um requisito técnico. Hoje, ela representa um elemento central da maturidade operacional da instituição.
Desenvolvido para quem trabalha com terapias avançadas
A Sofis desenvolveu o CellVida para instituições que atuam com transplante de medula óssea, terapia CAR-T e outras terapias avançadas. A solução oferece controle, padronização e rastreabilidade em um único sistema.
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